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30/08/2008 12:47 E se Inri for, realmente, o Cristo? Vendo uma entrevista de Inri Cristo na televisão, um pensamento veio à minha cabeça. E se ele realmente for o Cristo reencarnado? E, mais uma vez, nós pobres mortais não estaríamos zombando do filho de Deus? Há dois mil anos, pouquíssimas pessoas acreditaram na palavra de Cristo e este foi parar na cruz ao lado de dois ladrões.
Pois bem, mas há dois mil anos Jesus Cristo mostrou a sua compaixão aos seres humanos e o seu poder de curar sem usá-lo para bem proveito. Utilizou-se da benção de Deus naqueles que acreditavam no poder da cura e da paz. Assim aconteceu com o homem que voltou a enxergar e como em outros milagres. Jesus provou com humildade e sábias palavras o seu amor a Deus e aos seus filhos. Era um homem culto e sabia comunicar com o povo.
Agora ele está de volta! Será? Inri Cristo, de acordo com a sua biografia no Wikipédia, voltou ao Brasil após anos de processo por falsidade ideológica e antes dos 33 anos, se dizia Iuri de Nostradamus, nome que adotou como conselheiro e vidente.
Inri Cristo em suas entrevistas se mostra conhecedor da Bíblia, porém não sabe utilizar dos meios de comunicação para levar uma palavra de paz e amor. Utiliza os programas humorísticos para se promover e rir das próprias piadas, o que afasta-lhe qualquer tipo de crédito em suas convicções e palavras. Mostra habilidade para jogar sinuca, mas não mostra sabedoria e compaixão com o seu povo.
Inri Cristo diz que não faz milagres, ora Cristo não faria milagres para aparecer. Mas, Inri teria mais credibilidade se não fosse extravagante ao falar e ao utilizar roupas que o remetem para uma peça de teatro.
Mas sem dúvida nenhuma Inri Cristo é filho de Deus para os cristãos e devemos respeitá-lo com a sua crença. Se ele está fazendo bem àqueles que o seguem, isso não nos dá o direito de dizer o contrário. Enquanto ele prega a Bíblia e rir de si mesmo, Inri Cristo está a dois mil anos de distância das maldades e da falta de respeito dos políticos com o nosso povo.
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Alexandre Lana Lins | Deixe sua loucura aqui (0)
25/08/2008 19:11 Quando o poder sobe a cabeça
O poder, realmente, não pode ser conquistada por algumas pessoas. È um perigo. É o início do reinado da solidão e do autoritarismo. E isso acontece com indivíduos que atingem as primeiras hierarquias de uma grande empresa, do poder público e até mesmo de lojas de grande e pequeno porte.
Semana passada, eu presenciei um ego inflamado e um autoritarismo com a arrogância de um rei nu. Em uma grande loja de esportes do principal e mais antigo shopping de Belo Horizonte, estava com meu irmão fazendo uma pequena compra. Um grupo de vendedores estava conversando animadamente, já que tinham poucos clientes na loja. Eis, que levo um susto com o gerente gritando com os jovens: “ Ei, vocês” Que isso! Tem um no celular, outro no computador. Se não tem clientes, vão para o almoxarifado arrumar caixas!”.
Falou de uma maneira mal educada perto dos clientes que visitavam ou compravam na loja. O que era pior? Presenciarmos jovens conversando alegremente, enquanto esperavam por clientes, ou ver uma bronca de um gerente? Perguntei a um vendedor, como era feito o pagamento naquela loja. Eles ganham por comissão. Não tem salário fixo. Ora, então, o que eles fariam em um almoxarifado?
Já no caixa, uma simpática moça tira uma lata de refrigerante para beber. Foi rápida, não me incomodou. Mas o gerente “Datena” estava lá e gritou, mais uma vez: “ O que é isso?”. A menina, coitada, quase engasgou com o refrigerante e me pediu desculpas. Ora, não foi nada. O pior pensei comigo, foi a grosseria daquele gerente. Este, depois da bronca, colocou a mão no bolso e foi verificar o que os rapazes estavam fazendo. Deu um olhar fulminante em um e este só não caiu morto no meio da loja, pois o seu santo era muito forte.
Está certo que disciplina é necessário em qualquer lugar de trabalho, mas o autoritarismo e a falta de respeito com os vendedores e clientes (que presenciam cenas como estas) devem ser levados em consideração. Um sorriso no rosto e um toque no ombro do vendedor seria muito mais útil e educado: “Aqui, vamos falar baixo... Tem clientes na loja”. Ou, depois, de uma maneira despistada. “Aqui, toma o refri quando não tiver atendendo, ok?”.
É isso que falta aos líderes. Capacidade de liderar. Formação cívica e generosidade nas palavras. E, principalmente, educação.
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Alexandre Lana Lins | Deixe sua loucura aqui (0)
23/08/2008 11:41 Uma visita a Hanusritiba
Um grande amigo meu, Ronalducho, chegou de Curitiba há uma semana. Estava maravilhado! Ele ficou doze dias nesta cidade e achou que estava em outro país. Mas pelas fotos que ele me mostrou e por tudo que me relatou, tinha que pensar mesmo que estava em outro país.
Além de ser uma bela cidade, o povo tem um extremo cuidado com Curitiba. Ruas limpas, jardins bem tratados e um respeito “responsável” no trânsito. Todo mundo ali anda na linha. Ronalducho me contou que estava em uma fila de banco. Mas, antes de enfrentar tamanha fila, queria tirar uma dúvida com o caixa. Saiu da fila e explicou aos demais que iria fazer apenas uma pergunta. Bom, o caixa foi severo. “Volta à fila senhor!”. Exagero? Talvez, sim. Mas em um País que a educação e o respeito devem ser melhorados, um pouco de excesso para o bem comum é perdoado.
Curitiba tem um povo receptivo e educado. Mas não caloroso, como os mineiros, de acordo com o Ronalducho. A educação e a receptividade são vistos a cada entrada em um bar, em uma loja. Mas em relação ao calor humano, acredito que os mineiros ainda ganham.
Talvez seja devido ao frio da cidade. Não sei. O fato que todos que vão à Curitiba voltam amando com tanta beleza, cuidado e extrema educação do povo. Eu e Ronalducho chegamos a uma conclusão, após essa conversa: Por que a cidade não se chama Hanusritiba?
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Alexandre Lana Lins | Deixe sua loucura aqui (0)
21/08/2008 19:07 No oitano ano, "A Grande Família" mantém a sua qualidade
O programa tinha data para começar e terminar. Eram somente 14 episódios, no qual a maioria deles seriam adaptações da primeira versão, em 1974. Hoje, sete anos depois da estréia, “esta família é muito unida, mas também muito ouriçada”, é uma das melhores audiências da linha de show das dez da noite, na Rede Globo.
Apesar da perda do hilário Rogério Cardoso (seu Flor) e do Francisco Millani (Tio Mala), o programa conseguiu dar a volta por cima e manter a qualidade que o acompanha desde o início.
Talvez, o sucesso do programa é justamente o olhar crítico dos autores. Eles tiram do cotidiano cenas que podem ser aproveitadas na grande família. Como, por exemplo, a situação em que o Augustinho viveu ao ficar em um quarto de motel com um travesti e este ameaçar um escândalo. Como, ainda em 2001, quando o programa entrou no gosto dos brasileiros, os autores escreveram a primeira história inédita. Onde a família Silva tinha a energia de luz cortada porque não atingiram a meta do governo. Uma crítica ao apagão do FHC.
Histórias paralelas que criticam (ainda que de modo leve) os costumes brasileiros aparecem, também, na série. Como é o caso da Marilda e seus dois maridos. E o chefe do Lineu, seu Mendonça, um chefe mulherengo que é sinônimo de alguns chefes brasileiros, que representam mal as suas repartições.
O programa tem tudo para ficar mais um ano na grade e conseguir os mais de 30 pontos no ibope, porém os autores e atores não podem perder o bom humor e a critica sutil de serem brasileiros. Pois histórias é que não faltam a tantas famílias do nosso Brasil.
E para você? Qual episódio foi o mais engraçado nesses sete anos da “ A Grande Família”?
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06/08/2008 21:08 Toma Lá, Da Cá: Uma surpresa a cada programa Quem acompanha o sitcom de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, exibido as terças à noite, na Rede Globo, tem uma surpresa a cada episódio. É uma comédia tipicamente brasileira mesclada com o estilo americanizado das famosas séries cômicas. Um elenco de primeira se junta ao texto de dois grandes autores e transforma o Toma Lá, da Cá em um bom programa para o final da noite.
No programa da última terça (05), depois de vermos mais um capítulo violento de A Favorita, nos deparamos com o humor ágil e crítico de Falabella. Nada como rir um pouco do nosso cotidiano.
O sitcom que conta com atores como: Ítalo Rossi, Diogo Vilela, Adriana Esteves e Alessandra Maestrini, nos traz a cada programa uma história diferente e com ganchos que nos prendem para um próximo episódio. No último programa, a história termina com a revelação que Mário Jorge e Rita seriam avós. Uma boa história para ser explorada nos próximos programas. Outra agradável surpresa do humorístico é que, por mais que tenham bordões tipicamente brasileiros, as situações do nosso dia-a-dia, bem encenadas pelos personagens, diferem a cada programa.
Não existem caricatos no programa e quando eles ameaçam a aparecer, o lado humano de cada personagem se aflora e desperta diálogos inteligentes e, ao mesmo tempo, circenses.
É claro que nada é perfeito, assim como a minha crítica também não é. Portanto, creio que os jovens do programa são pouco aproveitados. Talvez se houvesse uma trama em que envolvesse os problemas da adolescência e da juventude seria uma saída para o elenco juvenil. O cenário do atual momento da política brasileira, representada pela Isadora, não teve uma química coerente com o propósito do programa. E qual o propósito? A crítica.
Enfim, Toma Lá, Da Cá é um programa para se ver com a família sem ter constrangimento e é no momento, um dos melhores programas de humor. Se não for o melhor lá em Pato Branco, e daí?
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29/07/2008 13:59 CQC ameniza o excesso de violência de A Favorita
A novela A Favorita, exibida às 21 horas pela Rede Globo, peca pelo excesso de violência e tensão. A maioria dos personagens passa o capítulo da novela humilhando, maltratando e arquitetando planos para destruir o outro. Donatela, Flora, Silveirinha são campeões nisso. Mas nem o núcleo pobre da novela foge disso. Para exemplificar temos a personagem de Deborah Secco. O mau-caráter...
A novela nos cansa. No meio de um capítulo, estamos exauridos com tantas mentiras, trapaças e maldades. Os únicos momentos em que possamos “relaxar” são nas cenas em que a personagem da Lilia Cabral sonha com uma vida melhor.Quem não sonha, mesmo que a sua vida esteja um mar de rosas. Até dança com um travesseiro, já que o seu marido é um mal educado e sem escrúpulos. Alias qual personagem dessa novela tem ética?
Bom, depois de ver um capítulo de A Favorita, passamos a ver (pelo menos na segunda-feira) o CQC, que tem um humor inteligente e sutil. Pelo menos, no programa do último dia 28, os repórteres do CQC souberam fazer humor sem humilhar ninguém. Conseguiram fazer um humor crítico, porém ameno. O programa é descontraído e não explora o ridículo. As piadas e até as “tiradas” são inteligentes e não denigrem ninguém.
Um programa que tinha tudo para ser apelativo está bem mais comportado que a novela das nove da Rede Globo.
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22/07/2008 13:07 Pantanal: Vale a pena ver de novo
Uma boa alternativa para quem gosta de teledramaturgia é a novela Pantanal, sucesso dos anos 90 na extinta TV Manchete e reapresentada no SBT. A história é simples, porem cativante. Conta a trajetória de Zé Leôncio e seus filhos. Misticismo e surrealismo (como a mulher que vira onça) fazem parte deste universo de Benedito Ruy Barbosa.
Realmente, foi um golpe de mestre do Sr.Silvio Santos. Com um mês de exibição, o SBT já recuperou a vice-liderança empatando com a Record e seus mutantes, que custam milhões de reais para a emissora do Edir Macedo. Enquanto isso, Silvio Santos pagou, apenas, pelas velhas fitas da novela e as exibem sem nenhum custo a mais.
Outro tiro certeiro do SBT é a programação das oito da noite. Programas como: Nada Além da Verdade (Silvio Santos), Astros, A Praça é Nossa e Topa ou Não Topa (Silvio Santos) têm atingido 10 pontos no ibope. Uma opção para quem não quer ver as novelas da Globo e Record e, também, os noticiários do horário nobre.
Comenta-se nos bastidores do SBT, que Silvio Santos já esteja planejando a reexibição da novela Ana Raio e Zé Trovão e outra reprise da novela Pantanal. Outra aposta da emissora é a novela de ìris Abravanel, esposa de Silvio Santos, que deve estrear no próximo semestre.
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17/07/2008 15:06 Piranga e as bicicletas voadoras: aventura sem fim Era o ano de 1989, ano que a democracia brasileira voltava com fé e esperança. Ano que os brasileiros votariam no presidente do Brasil, depois de anos de ditadura. Como era importante aquele ano. Mas a importância para mim era outra. E, talvez, até mais doce. Era o ano da infância, das amizades e foi o ano que morei em Piranga.
Naquele ano, eu estudei na Escola Coronel José Ildefonso e lá encontrei meus grandes amigos de infância e início de juventude. E foi nessa escola que conheci professores que me entusiasmaram nesta vida de escritor e jornalista. Lembro-me de Dona Ilza, professora de Português, que ensinava-nos os verbos e pediam-nos que os conjugassem em pé,na frente dos colegas. Parecia um palco de teatro, no qual dizíamos os verbos com tamanha perfeição, que parecíamos artistas. Foi a professora Ilza que me incentivou a escrever um diário e o transformei em inspiração para escrever minhas histórias. E a matemática? Nunca foi tão fácil entendê-la com a professora Elza. Lembro-me, também, das professoras Sãozinha, Rita e Tia Lalada ( que dava aula de Ed.física).
Depois das aulas, os amigos se reuniam na praça matriz com suas bicicletas ferozes. As aulas terminavam as 4 e meia da tarde e as seis da tarde já estávamos com nossas “motos”. Era um grupo de meninos que “voavam” pela cidade. Sentindo o cheiro de mato, sentindo o vento no rosto, vendo o sol se pôr. Piranga sentia os tremores das bicicletas e os nossos sorrisos. Analdo, Waguinho, Gildim, Lucimar, Antônio Mendes, Willian... Amigos de escola, de rua e de aventura. Descobríamos, também, como era gostoso gostar de alguém. As meninas sorridentes e alegres enchiam os nossos olhares: Geovana, Aline, Daniele,Rosana, Fernanda... Os amores platônicos que se transformaram em amizades.
Mas eram as bicicletas “ferozes” que nos faziam mergulhar no mundo de aventura que Piranga nos proporcionava. A praça matriz, a Praça do Rosário com sua linda igreja, a Rua Nova, o Rio Piranga, o cemitério, Rua do Rosário, a Rua Quebec... Invadíamos cada canto da cidade com as bicicletas voadoras e com as buzinas de plástico... É, aquela que dava aquele som: “fim-fom”.
Parávamos na praça da igreja matriz e comprávamos chicletes e chocolates. Colecionávamos as figurinhas e trocávamos as repetidas. As bolinhas de gude no chão da praça e a bola de futebol no campo do clube.
A noite, completamente exauridos, voltávamos para casa orgulhosos. Afinal, o dia foi longo e aproveitamos cada canto de Piranga e cada momento de nossas infâncias. Aos amigos e professores que não citei o nome, digo-lhes que estão na minha memória e no meu coração. Lembro-os de cada um... Como se fosse ontem e não quase vinte anos.
O ano de 1989 sempre será aquele ano que nunca terá igual. Um ano especial. Que se fosse um filme ganharia vários prêmios, que se fosse um livro viraria um Best-Seller. Que se fosse para voltar, que voltasse como foi. Sem tirar e nem por. Obrigado, Piranga! Obrigado, meus amigos! Obrigado meus pais por ter me proporcionado um ano lúdico e surreal.
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08/07/2008 19:00 Seria bom se "deletássemos" os problemas do cotidiano? Os jovens não têm medo de se relacionaram nas páginas virtuais da internet. Orkut, blogs, sites de bate-papo viraram a febre para os jovens nascidos nos anos 90. Muitos tímidos fazem amizade através de uma boa conversa nos chats e consegue expor, além da beleza interior, a sua beleza exterior em fotos “artísticas” nos álbuns virtuais.
Tudo perfeito nos anos 2000 e na era do “deleta” os que me incomodam e aceito os que me agradam. O difícil é viver dessa maneira no mundo real. Aqui no mundo real, não podemos deletar os problemas e as pessoas como se estivéssemos no Orkut ou no MSN. Aqui na vida real é preciso equilíbrio para conviver com os problemas e com as pessoas que não são tão agradáveis ou mesmo amigas.
Seria muito fácil se pudéssemos deletar cada situação chata e triste de nossas vidas, como fazemos nos sites de relacionamento, mas não funciona assim. E, o equilíbrio é a chave de tudo. Saber que hoje temos o privilégio de vivermos em dois mundos: o virtual e o real. Em um mundo posso satisfazer as minhas vontades de imediato e no outro tenho que aprender a conviver com os altos e baixos da vida.
Seria mais ou menos assim: deleto do MSN uma pessoa desagradável e me livro de sua presença. No mundo real sorrio para o colega chato e tento ver nele o que há de positivo, o que ele me acrescenta positivamente. No mundo virtual, não tenho medo de adicionar um nome que aparece na lista dos meus contatos. No mundo real, um simples “olá” me faz sentir arrepios. “O que ele quer comigo”, “Ele está sendo falso”, “O que foi o que eu fiz”?
Ah! Dois mundos... Duas realidades. Quem dera se os maus políticos vivessem apenas no mundo virtual, como seria agradável deletá-los da nossa lista de contatos.
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03/07/2008 17:38 Você é a favor do "Dia do Sexo"? A MTV e uma marca de camisinhas famosa estão realizando um manifesto a favor do “Dia do Sexo”. A data seria 06 de setembro. No site já consta mais de 22 mil pessoas que votaram a favor do dia sublime do orgasmo. Foram feitas diversas campanhas, que estão sendo vinculadas na TV e no site Diadosexo.com.br.
Se você for a favor de uma data para o sexo, você deve preencher um formulário, no próprio site, e explicar o motivo de sua escolha.
Abaixo, retirado do site, “O manifesto do dia do sexo”:
DIA DAS MÃES, DIA DOS PAIS, DIA DAS CRIANÇAS, DIA DOS NAMORADOS.
EM MEIO A TANTAS DATAS COMEMORATIVAS NO NOSSO
CALENDÁRIO OFICIAL, POR QUE NÃO CRIARMOS UM DIA
EM HOMENAGEM ÀQUILO QUE DEU ORIGEM A TUDO: O SEXO?
PENSE BEM. GRAÇAS A ELE VOCÊ EXISTE, SUA FAMÍLIA EXISTE,
A HUMANIDADE INTEIRA EXISTE. O SEXO ESTÁ PRESENTE EM TUDO,
DESDE A LITERATURA, ARTE E MODA, ATÉ A BÍBLIA.
SEXO É MÚSICA. SEXO É DANÇA. SEXO É MUITO MAIS QUE UM ATO.
ELE É PRAZER, AMOR, VIDA. E É POR ESTA IMPORTÂNCIA
QUE NÓS ESTAMOS PROPONDO A CRIAÇÃO DO DIA DO SEXO.
UM DIA PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA DISCUTIR ABERTAMENTE O ASSUNTO. MOSTRAR O SEU LADO POSITIVO. QUEBRAR TABUS. ACABAR COM PRECONCEITOS. DISSEMINAR O SEXO SEGURO. E, É CLARO, FAZER SEXO.
POR ESTAS RAZÕES, ACREDITAMOS QUE O DIA DO SEXO
SEJA ESSENCIAL NO CALENDÁRIO OFICIAL DO BRASIL.
E PEDIMOS O SEU APOIO PARA ESTA INICIATIVA.
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