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Alexandre Lana Lins


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26/03/2010 16:57
O que o BBB, caso Isabela Nardoni e as eleições têm em comum?

Ao contrário das últimas eleições para presidente da república, esse ano nós estamos muito mais ligados as diversas redes sociais. Naquele ano, o Orkut continuava a ser a mídia social número um aqui no Brasil e as outras estavam começando a se engatinhar. Já em 2010, o Twitter é a rede social campeã de audiência, de influência e abrangência e é ela a responsável por divulgar o assunto do dia no Brasil e no mundo. Como vem ocorrendo com o caso Isabela Nardoni, o Big Brother Brasil nos seus últimos dias vem sendo um dos temas mais discutidos pela mídia social.
Os fãs de cada participante enchem de mensagem sobre o porquê que cada jogador do BBB merece ganhar o prêmio de R$ 1,5 milhão. E coloca disposição para defender o Dourado, o Dicesar e o Cadu. E, além de celebrá-los como os merecedores da vitória no jogo, os fãs ainda conseguem dizer o motivo pelo qual o adversário não merece ganhar. Ou seja, os telespectadores que assistem ao programa sabem articular e entender toda a estratégia do jogo e acompanhar passo a passo o desenho de todo o programa.
Na última prova do líder, os twitteiros reclamavam constantemente com o Boninho, diretor do BBB, sobre os participantes que estavam quebrando as regras do jogo. Porém, Boninho se defendia dizendo que todos estavam quebrando um pouco as diretrizes do jogo. Mas nada que faziam eliminarem-nos. Pois bem...
Imagino que acontecerá o mesmo fenômeno durante a Copa do Mundo desse ano e espero que esse maneira de acompanhar a mídia tradicional (leia-se: televisão) se repita de uma forma maior e mais representativa nas eleições para presidente da República, governador, senadores e deputados no segundo semestre. Imaginem, que festa democrática, se durante a exibição de uma propaganda eleitoral, todos os twitteiros resolvam escrever em 140 caracteres o que pensam sobre as propostas dos candidatos e, também, do programa daquela noite e defendem os seus candidatos ou critique-os para que eles possam, também, aproveitar dessa nova ferramenta midiática e melhorar suas propostas de governo.
Uma discussão respeitosa e democrática no Twitter sobre os planos de cada candidato para presidente, por exemplo, seria um passo importantíssimo para as novas mídias. Encontraremos, também, nos blogs, fóruns e em diversos sites matérias que complementem as discussões feitas na TV e nos velhos discursos em palanques.
Se podemos explorar as mídias sócias para discutir o entretenimento, o noticiário, nós podemos usar o mesmo espaço para discutir a política do nosso país. Não deixemos passar esse momento importante que é a redemocratização nos veículos de comunicação com o advento de blogs, sites e redes sociais.

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08/03/2010 18:32
CQC 2010 confere a cidadania em novo quadro
Confesso que já estou com saudades da trupe do CQC, apesar de me divertir com o É tudo Improviso. Bom, pesquisando no site da BAND achei informações interessantes sobre o que virá por ai na temporada 2010 do CQC.

A primeira: Danilo Gentili vai comandar o quadro “Cidadão em Ação”. Na estréia, um ator vai se passar por um motorista de uma van escolar. Até ai tudo normal. Porém, ele vai ser flagrado saído de um bar e indo em direção ao seu veículo totalmente bêbado. E ninguém faz nada para impedir que o motorista assuma o volante.

"Já gravamos duas situações que colocam o cidadão na linha de fogo. O brasileiro reclama de muita coisa, mas é passivo, não tem atitude. Teve até gente que justificou a falta de ação dizendo que não queria incomodar o suposto bêbado", disse Danilo.

Na volta do Proteste Já, Danilo Gentili que substitui Rafinha Bastos no quadro, vai nos mostrar o destino de uma televisão que o CQC doou a uma instituição de caridade e foi parar na casa de uma dirigente. O engraçado desta história é que o televisor tinha dentro um GPS e logo a equipe do programa descobriu o destino da televisão. Gentili consegue recuperar o aparelho, e a história será mostrada na sua íntegra no primeiro programa de 2010.

Enfim, vamos aguardar o dia 15 de março e ver se o CQC continuará atrás da justiça “custe o que custar” e manterá um programa de padrão que atinja a família brasileira. E olha que este ano não faltarão assuntos: Copa do mundo e as eleições presidenciais estão na pauta.

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24/02/2010 16:47
Saudade das minhas tecnologias

Não, não sou saudosista. Mas tenho saudades das minhas tecnologias. Ainda criança, no longínquo e tão perto anos 80, ganhei um gravador da marca National ( alguém lembra?) e várias fitas velhas do meu tio e do meu pai. Como essas fitas eram boas, gravava diversas vezes e elas estavam ali presentes e duráveis. Desmanchava uma música ( não, eu não deletava) e gravava outra música. Ou às vezes gravava a minha voz de criança brincando. Ainda tenho algumas gravadas. E, quando deixava a fita preparada no som... Era uma guerra. Rec e play acionados e pause, quando o locutor acabava de falar destravava o botão e pronto. Opa! Não contava com a vinheta da rádio no meio da gravação. Tudo bem...
Lembro do meu primeiro disco que ganhei. O LP do Sítio do Pica-pau Amarelo. Aquele cheiro de vinil novo, a capa novinha... Era gostoso ver o disco rodando na radiola e a agulha indo ao fim do disco, depois de tocar dez ou 12 músicas. Arranhava se não tomasse cuidado e, também, se tomasse muito cuidado. Sempre quando comprava um disco, tentava adivinhar onde estavam as melhores músicas. No Lado A ou no Lado B?
Depois chegou o Video- Cassete e as fitas cassetes. Tenho uma coleção delas. Sempre tive mania de gravar bons programas de TV. Pois é, a minha primeira fita tem 22 anos e ainda roda no aparelho. O som e a imagem estão com a qualidade inferior, mas já passei para o DVD.
Ah! Essas mídias novas como são práticas e, ao mesmo tempo, nos enchem de dor de cabeça. Outro dia gravei um programa no meu aparelho de DVD e perdi. A mídia não quis ler mais. Não deu nem tempo de finalizar... Perdi. Por outro lado, o Sítio que gravei para minha sobrinha é visto no meu computador, no mini DVD dela e em diversos aparelhos. Posso colocar no minuto ou no segundo da cena que minha sobrinha mais gosta de ver, no toque de um botão.
Mas as facilidades dessas novas mídias todos já conhecem, o bom é relembrar que com um lápis eu rodava uma fita para colocar no ponto que eu desejava para gravar. Ou rodava a fita inteira, só para ouvir a última música gravada ou ver se tinha espaço sobrando para gravar mais uma música. Ou quando eu ia gravar um disco, tinha que soltar o PAUSE quando a agulha da radiola tocasse a primeira faixa do LP. Ai, era torcer para que a agulha não pulasse e a gravação saísse perfeita.
Mas como tenho saudades de uma mídia aparentemente ou certamente muito inferior? Sinto saudades do romantismo de gravar uma fita para a namorada, só com músicas do meu gosto. Sinto falta das lindas composições e das grandes canções que saiam de um vinil. Da coleção visual que dava prazer de fazer. E como era caro comprar um disco...
Enfim, saudades que não amenizam ou apagam as virtudes das novas mídias. Mas saudades que nos fazem lembrar que o tempo passa e que as lembranças ficam eternamente marcadas nas canções de um disco ou de uma fita. Mesmo arranhadas ou emboladas, eu ainda escuto algum refrão daquela música que marcou a minha infância.

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18/02/2010 19:29
BBB 10 é um lixo reciclado?

Bom, eu prometi para mim mesmo que não escreveria uma linha para criticar sobre o Big Brother Brasil esse ano. Mas vou fazê-lo. Vou escrever sobre um programa no qual os intelectuais de plantão viram a cara e o povão adora. Intelectuais e povão... Essas denominações me cheiram a rótulos. A sociedade adora rotular tudo e a todos. Temos os gays, emos, intelectuais, inteligentes, ricos, pobres... E o ser humano?

Somos seres humanos em busca da felicidade e isso basta. E isso pude observar em todas as edições do Big Brother Brasil ( falem baixinho esse nome, para não decepcionar os acadêmicos). Desta vez, estou acompanhado mais o programa. Nunca fui fã do BBB e todos podem ler as minhas idéias sobre o reality show neste site, mas esse BBB me chamou atenção. Primeiro: o grupo é extremamente heterogêneo. Há os gays, os fortes, os bonitões, os cabeças... Ah! Os rótulos... eles estão ai.

Com esse grupo tão diferente, o BBB foi me pretendendo ao analisar as ações de cada personagem inserida nesta narrativa escrita e dirigida por duas pessoas soberanas: o povo e a edição do programa. Como as personagens do BBB se preocupam em vestir máscaras em um primeiro momento para o público (povo) e como elas, na tentativa de ganhar o prêmio maior, resolvem gritar aos quatro cantos da casa: “agora o povo vai ver quem eu sou realmente!”. Claro, assim se a máscara não agradou, quem saber aquele “serzinho” que ficou atrás de tantos músculos e rótulos não agrada mais o povão?

Assistir o BBB pode ser um exercício prazeroso ou frustrante, ou mesmo irritante, quando não se tem um objetivo em mente. E qual seria o objetivo de assistir o BBB? Ora, cada um tem o seu. O importante é que independente de cada motivo, nós tenhamos consciência de que se trata de um reality show. Um programa puramente comercial. E que a TV está ganhando rios de dinheiro com a audiência dada. Bom, ver ou não ver... Eis a questão.

E voltando ao início deste texto, esse BBB me chamou atenção pelas personagens inseridas. Se tirarmos os rótulos desses integrantes da “Nave” chamada Big Brother e se tirarmos os nossos rótulos, podemos ver seres humanos com diversos medos e anseios. E com tanto pavor de perder o jogo ou não virar a celebridade instantânea e querida pelo povão, as personagens estão a todo o momento criando histórias dentro do programa. Histórias de amor, de ódio, de preconceito, de superação, de inteligência, de astúcia e de amor entre o mesmo sexo.

Gostar ou não gostar de um programa também nos fazem pensar sobre o produto. Entender porque tantos amam o Big Brother e porque tantos odeiam é insistir na rotulação? É uma idéia que proponho a pensar. Pois, se dizem que cada povo tem o governo que merece. Podemos afirmar que cada povo tem a TV que quer assistir. Como diz o Pedro Bial a uma eliminada do jogo, que considerava o programa um lixo: “Tenho a teoria de que você entrou achando que esse programa era um lixo e que você foi meio esnobe. Quando a gente acha que é um lixo, a gente tem que mexer nele, pois o lixo é reciclado, concorda?“ Concordamos?

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18/02/2010 00:06
“We Are The Word” é regravada para Haiti


“Chega o momento quando nós ouvimos uma certa chamada”, é assim que inicia essa bela canção "We Are The World", criada há 25 anos pelos cantores e compositores Michael Jackson e Lionel Richie. Na época diversos cantores, no auge de suas carreiras, gravaram o famoso clipe para chamar a atenção do mundo em relação à fome na África. Agora, novos cantores foram chamados e regravaram a música. Numa junção do presente com o passado, Michael Jackson aparece ,com imagens do antigo clipe, cantando o refrão da música. Emoção e um grande momento para pedir que toda a população mundial concentre suas forças e suas energias a reconstrução do Haiti, depois do forte terromoto em janeiro desse ano.

O clipe foi lançado oficialmente no dia 12 e tem nomes como Barbra Streisand, Tony Bennett, Nicole Scherzinger (Pussycat Dolls), Miley Cyrus e Celine Dion, além dos rappers Kanye West, Snoop Dogg, Drake, LL Cool J e Will.i.am (Black Eyed Peas). O estúdio em Hollywood foi o mesmo de 1985, assim como a direção artística de Quincy Jones e Lionel Richie.

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02/02/2010 17:58
Tudo é Improviso precisa da agilidade do Quinta Categoria

Desde a primeira segunda-feira do ano, a Band está exibindo o programa È Tudo Improviso, com os Barbixas – Anderson Bizzochi, Daniel Nascimento e Eíidio Sanna – e os atores Marco Gonçalves, Cristiane Werson e Marianna Armellini. O programa veio para substituir o CQC, que está de férias, e não está fazendo feio. Mantém um ibope de 4 pontos, o que é bom para o canal. Para quem já conhecia o humor dos Barbixas e Cia, não houve surpresa com o humor sadio que se propõe no programa. O grupo já é um sucesso no Youtube, com os vídeos mais vistos nesta mídia.

Da internet para TV não demorou muito. Marcos Mion e os Barbaixas comandaram durante o ano de 2009 o programa Quinta Categoria na MTV. Um sucesso de público e crítica. O programa trazia quadros de humor que não havia um roteiro para seguir, tudo era combinado no momento da cena. E o mais engraçado eram as cenas que a platéia sugeria na hora. O Quinta Categoria contava com a agilidade de um programa jovem e já conquistava público de todas as idades.

Com a saída de Marcos Mion, que foi para a Record, Os Barbixas foram chamados pela Band e junto com os seus amigos do teatro e o ator Marcio Ballas, que ficou com a função de anunciar os jogos, escalar os participantes e animar a platéia, colocaram o Tudo Improviso no ar. Tem a mesma essência do Quinta Categoria ( que continuará no ar na MTV com outro elenco), porém fizeram algumas transformações que ainda não estão agradando os fãs do genuíno humor dos Barbixas. Banda com músicas cansativas, cenário extremamente colorido e convidados não eram necessários, pois estão tirando um pouco o brilho das brincadeiras do elenco. Só os Barbixas bastavam para o sucesso do programa.

A agilidade do programa está um pouco prejudicada e ficou cansativo o excesso de explicação sobre os jogos que o ator Marcio Ballas diz antes de iniciar cada um. E uma edição que tira o gostinho de um programa “ao vivo” e sem combinações. Mas, isso tudo pode ser ajustado aos poucos, pois parece que o programa veio para ficar. Com a volta do CQC, em março, o Tudo é Improviso pode ir para as noites de sexta, no lugar da sem graça Escolinha. Afinal, o humor jovem do grupo merece continuar na grade da Band fazendo graça para toda a família.

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04/01/2010 18:41
O que queremos ler no final de 2010


Mal entrou o ano de 2010 e fico imaginando quais seriam as notícias que queremos ler no final deste ano. Como seria a “retrospectiva 2010” dos nossos sonhos? Claro, que individualmente, cada um tem os seus objetivos para este ano e quer que eles sejam realizados no decorrer do primeiro ano dessa nova década. Mas em se tratando do nosso querido Brasil. Quais notícias você queria ler na retrospectiva? Participe, deixando os seus sonhos...
Bom, faço aqui uma listinha do que eu queria ler nos semanários, ver na TV e ler na internet no final desse ano que promete ser agitado, no qual muitos estão esperançosos. Vamos lá...
1. O Hexacampeonato brasileiro. Por mais que achemos que o futebol é a utopia do povo, quando a seleção entra no campo, nos corações vibram. Mas esse título tem que ser acompanhado com um bom futebol. Com jogadores merecedores de colocarem na camisa a sexta estrela. Um jogo bonito de se ver na TV. Um time unido, com garra e ético.
2. A eleição de um presidente com novas idéias. Sim, o novo presidente da República do nosso Brasil tem que continuar a fortalecer o nosso país dentro e fora de sua posição geográfica. Continuar com as conquistas dos últimos governos e ampliar o desenvolvimento interno com a criação de postos de trabalhos, melhoria das infra-estruturas de diversos municípios que ainda não foram contemplados com o PAC, maior rigor nas contas públicas, valorização da educação e cultura. Ensinar a pescar (oportunidades) e dar menos o peixe.
3. Uma eleição tranqüila e democrática, no qual os adversários não proporcionariam um debate pífio caindo para o nível das acusações pessoais. Estimular um debate, apenas, na discussão de propostas e idéias.
4. A ampliação das novas tecnologias para todo o povo brasileiro. Que cada cidadão possa ter internet em casa e participar da maior eleição com a participação dos blogs e sites especializados. Sem dúvida, uma participação democrática de vários cidadãos, que irão analisar as eleições com artigos coerentes.
5. A diminuição da violência, o aumento da solidariedade humana, a ação no dia a dia pela paz e respeito à natureza.
6. Conquistas na área da saúde, com vacinas que proporcionam melhorias significativas em doenças como: Aids e alternativas para o Câncer.
7. Um combate mais eficiente, tanto por parte da população, como por parte do governo, da Dengue e Gripe A. Que o governo aja rápido com a vacina para combater a gripe dos porcos.
8. Melhoria na qualidade da TV brasileira.
9. E, por último, que o Brasil cresça os esperados 5% sem o aumento da inflação, melhorando ainda mais a vida do povo brasileiro. Que o nosso país comece a caminhar para ser uma nova potência sem esquecer-se dos valores humanos e do respeito mútuo.
Feliz 2010 a todos!

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16/12/2009 14:15
“Viver a Vida” é só tristeza

Um dia de trabalho foi embora. Hora de chegar em casa, tomar aquele banho gostoso, fazer um lanche agradável. Conversar com a família assuntos amenos, pois bastam os problemas do dia. Todos se reúnem na frente da TV e assistem pedaços do jornal. Quem assisti um jornal inteiro é sadomasoquista. Políticos e suas cuecas com dinheiro, enchente, desastres, pobreza... Meu Deus! É muita tristeza! Ai vem ela: Viver a Vida. A novela mais assistida na TV brasileira.

Claro que o elenco, em determinados momentos, salva a história de Manoel Carlos. A ótima interpretação de Aline Moraes, da Lília Cabral e dos personagens gêmeos. Mas a história não está salvando a novela. Metade de um capítulo se passa em um hospital ( não seria aquela série americana: Plantão Médico?). Nesta última semana, Helena faz um aborto espontâneo. É, a mimada Helena chora mais uma vez limpando o nariz na roupa. E pergunta: “ Eu tinha feito um aborto para continuar com a minha carreira de modelo, é por isso que abortei agora?”.

Parece que Manoel Carlos está levando a sério demais a vida em uma teledramaturgia. A história se passa devagar, os problemas se arrastam e o chororô é demais. Pelo amor de Deus, quem agüenta tantas desgraças em uma história todos os dias? É bonita a história de superação que se pretende contar, mas vamos ser mais ágeis. Não queira que Viver a Vida seja um quadro sensacionalista dos programas de domingo. E mais: assistencialista.

Os poucos momentos de alegria logo são camuflados com mais um litro de choro das personagens. Agora vem por aí separações, traições... Novela é entretenimento. A partir do momento que criou a regra de que esse programa deva ter “Marketing social”, a novela perde todo o seu valor de entreter. É como um livro que levasse a sério o romance que se proponha.

As TVs devem fazer sim o tal “Marketing Social”, mas deve ter uma pequena dosagem nas novelas e criar programas específicos para isso. Não vamos ser demais politicamente corretos em uma teledramaturgia. Afinal, em uma rede de televisão há espaço para todos os tipos de assuntos e programas. Desde os simples programas de entretenimento até os mais sérios e didáticos.

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10/11/2009 13:48
Eu já tenho o Novo Orkut. Novo?

Para quem não gosta muito de mudanças não vai se assustar tanto com o novo Orkut. Recebi ontem o convite e já comecei a explorar a nova versão dessa mídia social. Confesso que sou um apaixonado pelas Mídias Sociais, vejo nelas um modismo e também o futuro da Internet.

Pois é uma maneira de se relacionar com amigos e pessoas que têm o mesmo tipo de atividade profissional. Hoje, além de twittar e participar do Orkut, estou ligado no Toaí. Uma nova rede social que vai tirar o internauta da frente do computador e colocá-lo em contato direto com seus amigos. Humanizar a relação fria dos computadores.

Voltando ao Orkut, não vi grandes mudanças. A grande sacada foi reunir em uma página alguns serviços da rede social. No “Início” você poderá ver os aniversariantes, os novos depoimentos e atualizações recentes dos seus amigos. Algo novo até ai? A novidade é que você pode comentar na atualização. Se você gostou da nova foto do seu amigo, não precisa ir até o álbum de fotos, pode comentar ali mesmo. Na aba dos “Meus amigos” você terá a foto de todos os seus amigos, assim como na aba “Minhas Comunidades” onde você verá todas as suas comunidades.

Mas nem tudo, realmente, está mudado. Quando você entra nas comunidades, o layout é o antigo. Até quando você precisa configurar o seu perfil, dá a sensação de estar no antigo Orkut. Ao clicar no “Mais informações do perfil” você volta ao Orkut antigo. Sim...Agora não é sensação, é realidade.

Acho que a grande “sacada”do Novo(?) Orkut é sugerir novos amigos. Quando você clica neles, eles são próximos a você por meio de outros amigos do Orkut. Ai, você fica com aquela pergunta na cabeça: “Poxa, fulano está no Orkut e nunca me chamou? Como assim?”.
Parece que foi mais uma jogada de marketing do Orkut. As mudanças são pequenas, temos visual que lembre o Facebook e nada mais. Mas para quem não gosta muito de mudanças, podem ficar sossegados. O Novo Orkut é o Orkut e nada mais.

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05/11/2009 19:48
Viver a Vida: a novela começa hoje

A novela das oito da Rede Globo, escrita pelo experiente Manoel Carlos, vai começar hoje. O que assistimos até então foi um prólogo, que está no ar desde a estréia da trama, no dia 14 de setembro. Vimos a pequenos conflitos da Helena com sua enteada Luciana, o fim do casamento de Tereza e Marcos, a obsessão de Gustavo com a comentarista econômica Malu Trindade. Além da história dos gêmeos Miguel e Jorge com as suas respectivas namoradas. A mimada Luciana e a bêbada Renata. Enfim, histórias que divagam vários capítulos mostrando o dia-dia da classe alta e seus “pequenos” problemas. Viver a vida nunca foi tão fácil para esses personagens de Manoel Carlos.

Hoje, realmente, acontece o grande momento esperado pelos mais de 50 milhões de telespectadores da novela em todo o Brasil. O acidente da modelo Luciana que ficará paraplégica e, que toda a culpa cairá sobre a heroína Helena. Sim, ela vai obrigar a enteada a voltar de ônibus com as outras modelos, depois de uma briga de alavancar audiência, e este veículo cheio de beldades cairá em um precipício. A partir daí a história seguirá outro rumo. Com olhares e verborragias, a nossa protagonista comerá o pão que o “coisa ruim” amassou. Sentira culpada pelo acidente de Luciana.

Até o capítulo de hoje houve inúmeras críticas em relação ao trabalho de Taís Araújo. Mais o papel não ajudava muito, pois mostrou uma Helena independente, resolvida e feliz que incomodada muitas mulheres frustradas. Quem sabe agora, com a heroína sofrendo, a simpatia virá à tona. Acredito que outro destaque da novela é o trabalho do ator Mateus Solano que interpreta os gêmeos Miguel e Jorge. Quem não acredita que o computador possa duplicar um ator em uma mesma cena, acha que está vendo dois irmãos gêmeos de verdade de tão verossímil as diferenças das personagens.

Agora é aguardar os próximos capítulos desta história que terá início agora.

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